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Post do blog, por categoria

O formato blog é ótimo para publicação, mas péssimo para organização das informações. Nessa página você acha a lista de posts agrupados por assunto. Talvez você ache útil também ver a lista de todos os posts em ordem cronológia ou o formulário de busca, caso procure algo específico.

Otimização de I/O usando Win32
A otimização do Visual C++ faz toda a diferença
Usando Win32 API para otimizar o I/O, parte 1
Usando Win32 API para otimizar o I/O, parte 2
Usando Win32 API para otimizar o I/O, parte 3
Usando Win32 API para otimizar o I/O, parte 4
Usando Win32 API para otimizar o I/O, parte 5
Usando Win32 API para otimizar o I/O, parte 6
Tutorial de STL
Tutorial de STL, parte 0: Templates
Tutorial de STL, parte 1/2: Mais templates
Tutorial de STL, parte 3/4: Ainda templates
Tutorial de STL, parte 1: O que é a STL
Tutorial de STL, parte 2: Containers
Tutorial de STL, parte 3: mais containers
Tutorial de STL, parte 4: iterators
Tutorial de STL, parte 5: algoritmos
Tutorial de STL, parte 6: functors
Explicando a sopa de letrinhas da programação C++ para Windows
Explicando a sopa de letrinhas da programação C/C++ para Windows: WTL
Explicando a sopa de letrinhas da programação C/C++ para Windows: ATL
Explicando a sopa de letrinhas da programação C/C++ para Windows: COM
Explicando a sopa de letrinhas da programação C/C++ para Windows: MFC
Explicando a sopa de letrinhas da programação C/C++ para Windows: Win32
FAQ: Programação Win32 em C/C++
Coisas que eu queria organizar mas não sei como categorizar
Writing code is like writing poetry
As implicações do HyperThreading
Sobre comentários no código
Mais problemas com o HyperThreading
Programando direito com o Slashdot
Minha opinião sobre open source e o governo
Se o programador é bom, não importa a ferramenta
Lendo a camiseta do ThinkGeek sem programar
Não sou o único na contra mão do MsMarketing
Windows Vista != .NET
Otimização e Pessimização
Procure no Google, versão 0.1 alpha
Atendendo a pedidos: Controle de Contrações para PC, baixável e feito em WTL
Google: a Microsoft da web
10 anos de Delphi (programadores WinForms, comemorem!)
OmniObjects
Apresentando o projeto OmniObjects
Disponível o OmniObjects versão 0.20
Palestras e cursos
Material da palestra ministrada na Semana de Engenharia Mauá
Palestra no DEVTECH 2006
Downloads da palestra ministrada no DEVTECH 2006
(Visual) C++
Disponibilizado o Service Pack 1 do Visual Studio 2003 (Visual C++ 7.1)
Como fazer debug remoto com o Visual C++ 7.1
Novos recursos da IDE do Visual C++ 2005
Quer um bom motivo para migrar para o Visual C++ 8?
Afinal, o que é o Visual C++ Express Edition?
Mais informações sobre o deploy de aplicativos feitos com o Visual C++ 8
Distribuindo aplicações feitas com o Visual C++ 8
Recursos de segurança no Visual C++ 2005
Onde está o STL.NET?
Bug escabroso no Visual C++ 6.0
Mais um blog brasileiro sobre C++
Aos coitados que ainda precisam usar Visual C++ 6.0 (inclusive eu)
FAQ: Começando a programar em C++
C++: O esquecido operador vírgula
C++: a linguagem mais poderosa para programação .NET
Planeta C++
Mais um benchmark interessante
Resolvendo o bug usando CComPtr
C++ com sanidade: resolvendo o bug usando Boost
C++ com sanidade: usando ATL em aplicações
C++ com sanidade: fazendo a IDE do Visual Studio.NET trabalhar para você
Por que o bug?
Tinha um bug no caminho, no caminho tinha um bug
C++ com sanidade: usando ATL em aplicações, parte 2
Mais libs C++, agora vindas do Google e da Adobe
Mais explicações sobre copy constructors
Resolvendo o bug usando um smart pointer feito em casa
Desenvolvimento para Windows Vista em C++ (sem o CLI)
Quando você usa o Visual Basic 6, você usa também o Visual C++ 6
Quando a Microsoft quer portabilidade, ela usa C++
Como usar o Visual C++ 2005 Express para fazer programas SUBSYSTEM:Windows
Lista de libs C++, GCC-XML e divagações sobre computação distribuída
WinDbg e debug em geral
WinDbg Live Programming: Fazendo um log das chamadas à MessageBox
Fazendo o WinDbg entender o arquivo PDB compilado pelo Visual C++ em DEBUG
Debug Markup Language: Mais uma carta na manga do WinDbg
Mais WinDbg
WinDbg, cada dia melhor
Resolvendo problemas em servidores de produção
Usando o WinDbg para entender um software multithread
Profissão: escovador de bits
Entreviste a empresa
As 5 mentiras
Doenças de programador e o crônico problema da falta de concentração
Vista a camisa da empresa se puder
Eu não visto a camisa da empresa
Os contos que as empresas contam
Por que os administradores de rede não se limitam a administrar a rede?
Por que você programa?
Os códigos que eu tenho que aguentar
O melhor emprego de todos
Trabalhamos no ambiente correto?
Trabalhando como PJ ou como CLT
Projeto de lei 1947/2003 sobre a regulamentação da profissão de Analista de Sistemas: eu sou contra!
Programação kernel mode
Desenvolvedores de drivers: uma notícia boa e uma notícia ruim
Iniciando o desenvolvimento básico de drivers
Porque programar drivers (kernel mode) é mais legal do que programar aplicativos (user mode)
PREFAST rocks!
Diversão para programadores de drivers
Como fazer drivers para Windows NT/2000/XP/2003, parte 1
Como fazer drivers para Windows NT/2000/XP/2003, parte 2
Série sobre programação de Drivers no CodeProject
Mais blogs sobre kernel mode

  
 
 
Comentários
*** | em 11/01/2008 | #
Olá Rodrigo Strauss,

Que mentira falar que não é preciso um curso universitário para ser programador.

Uma graduação em Ciência ou Engenharia da Computação na USP, UNICAMP, PUC-RJ, UFRJ, UFRS não vale nada??? Apenas a biblioteca da universidade é importante???

Os bons cursos fornecem os conhecimentos matemáticos e computacionais extremamente necessários para a área de computação, como os algoritmos e sua análise, por exemplo.

Verdade é que o ato de programar pode ser realizado até mesmo por crianças semi-alfabetizadas devido aos tutoriais de internet. Mas esses são programadores "digitadores". Podem escrever um código utilizando map, mas não sabem qual a estrutura de dados implicitamente utilizada, portanto não podem estimar a complexidade do código. Podem utilizar uma recorrência, mas não conseguem estimar o tempo de execução.

Tanto é verdade que as empresas inovadoras (Gooogle, Microsoft, etc) contratam apenas graduados. No caso do Google, há ainda uma preferência por mestres e doutores, o que aumenta ainda mais o nível. Vale lembrar que tanto o Google como a Microsoft foram criados dentro de Universidade (centros de excelência tecnológica e de inovação).

Já as consultorias de TI podem até preferir programadores "digitadores", já que, por muitos não possuirem diploma, têm salários menores (na maioria das vezes) e o trabalho nesse ramo envolve apenas a digitação de código (sem a preocupação com algoritmos eficientes e tal).

Não coloco o meu nome, apesar de meu texto não ser ofensivo, porque a Internet está cheia de programadores "digitadores" que se acham a última Coca-Cola do deserto, sendo capazes de desprezar Knuth e Dijkstra no mundo da computação, já que, segundo eles, a Universidade não serve para nada. Sei que você não é assim, mas muitos de seus leitores o são.
Rodrigo Strauss | website | e-mail | em 11/01/2008 | #
Apesar de ser a técnica de discussão mais usada (e mais irritante), vou tentar só responder e não ficar te desqualificando. Se o nível da discussão ficar educado, seguimos, senão eu desisto logo no começo.

Se é mentira que a faculdade não é necessária, quer dizer que TODOS os programadores sem faculdade são ruins, não qualificados e/ou incompetentes? Não quero te atribuir o que você não disse, mas me parece a única conclusão possível.

Eu NUNCA disse que uma graduação em uma universidade boa não vale nada. NUNCA disse isso. Mas ainda acho que a biblioteca seja, talvez, TALVEZ, a parte mais importante de uma faculdade.

Conheço vários programadores não formados (eu, inclusive) que sabem muito bem como uma map funciona - seja ele implementado como red-black tree ou hash table - e sabem muito bem qual a complexidade do algoritmo ou estrutura em uso. Você não precisa ir à faculdade pra saber isso. É só ler os autores que você citou. Precisa mesmo de um professor para te explicar isso?

Sobre a Microsoft e o Google só contratarem graduados É MENTIRA ou simples ignorância. Eu já fiz entrevista para a Microsoft e a funcionária do RH deles disse que eles não exigem diploma. Conheço gente MUITA qualificada e sem diploma que trabalha na Microsoft, em Redmond. Um amigo meu acabou de ser contratado pela IBM para trabalhar como desenvolvedor em uma área altamente especializada, e ele ainda não é formado. E nem é Ciências que ele está cursando.

Outra mentira ou desconhecimento no assunto salário. Eu e vários profissionais "sem diploma" que eu conheço ganham bem, geralmente mais do que os formados. De onde você está tirando essas informações?

"trabalho nesse ramo envolve apenas a digitação de código". Você já trabalhou em alguma consultoria? Tem certeza que você sabe como funciona e que tipo de serviço elas prestam?

Depois de 3 anos lendo comentários, eu acredito que a qualidades dos meus leitores é alta. Você, por exemplo, parece conhecer Ciências da Computação, apesar insistir no erro de falar sobre o que não conhece, como consultorias e profissionais não formados.
MayogaX | e-mail | em 16/05/2009 | #
Eu concordo com o Rodrigo.

me pareceu que fulano ficou maguado por que disseram que a faculdade que ele tanto ama não é tão importante.

Eu acredito que ter uma faculdade ajuda na hora de criar a base de conhecimento e para te "promover perante aos outros". Para quem não sabe nada é bom fazer um tecnico ou uma faculdade, mas para quem tem força de vontade não é necessário.

Acredite, conheço muitos programadores muito fhodas (descule a palavra) que só fazem faculdade por fazer, só pra dizer que fez.

E tem outros que aprenderam a ser bons graças a faculdade, e quem fez a faculdade que não sabe de nada '-'
Marcus Passos | em 21/12/2009 | #
gostei de ver esses comentarios, vou visitar aqui mais vezes
para aprender mais sobre programação.
Confesso que ja pensei em desistir porque achava que precisava
de diploma universitário para ser contratado por alguma empresa.
Hoje lendo este post fiquei feliz, e encorajado a continuar
estou aprendendo algumas coisas sozinho "em termo" com auxilio
de apostilas da internet.
Algo a dizer?
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Escreva o número vinte e seis:


 Não mostre meu e-mail no site, não serve pra nada mesmo...

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